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China sinaliza mais investimentos no setor de transportes do Brasil

22 de fevereiro de 2018

Após aquisição de terminal portuário de Paranaguá, China assina carta de intenções para investir no setor de transportes do Brasil

A aquisição de 90% do Terminal de Contêineres de Paranaguá pela estatal chinesa CMPort foi concretizada, na manhã desta quinta-feira (22), em um painel promovido pela Frente Parlamentar de Logística em Transporte e Armazenagem (Frenlog) realizado no Senado Federal.

Na ocasião também foi assinada pelo embaixador da China no Brasil, Li Jinzhang e pelo presidente da Frenlog, senador Wellington Fagundes (PR-MT), uma carta de intenções entre o Brasil e China para investimentos na área de transportes.

Segundo maior terminal portuário do Brasil, o porto de Paranaguá é estratégico para o escoamento da produção agrícola para a China, que atualmente ocupa o posto de maior parceiro comercial do Brasil.

Ao adquirir a participação no terminal paranaense por R$ 2,9 bilhões, a CMPort realizou seu primeiro investimento na América Latina. Para o senador, a ação da companhia chinesa vai incentivar as exportações brasileiras além de atrair mais investidores ao país.

“A relação entre Brasil e China na questão de infraestrutura será fortalecida e trará investimentos vultosos, fundamental nesse momento de retomada do crescimento econômico e social”.

De acordo com o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, o setor está aberto para novos investimentos tanto do Brasil como do exterior.

“Hoje o país conta com um programa de concessões que dá certo e os empresários contam com um diálogo franco e aberto no ministério”, disse.

Ainda segundo o ministro, além da segurança jurídica e previsibilidade, que foram inovações trazidas ao processo, o planejamento de projetos é de extrema importância para garantir uma rede integrada e adequada entre todos os modais.

Sobre a visão sistêmica que norteia as ações do setor atualmente, Quintella concluiu: “Com a unificação da pasta de Transportes, aglutinando todos os modais, o Governo é capaz de pensar o setor como um todo e hoje contamos com o apoio da EPL para pensar a infraestrutura em longo prazo”.